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Month: November, 2011

Madrugada Romântica

Baita programa de rádio, ouçam deliciem-se com a quinta edição da Madrugada Romântica com Campari Joy

Ouçam clicando aqui: http://www.camparijoy.com/

Manual da Guerrilha Feminina : Como tirar o seu namorado da frente do videogame!

Crescer é mesmo necessário?

Café e filosofia

Essa entrevista fala de uma ousada tese para o descrecimento (do Francês Serge Latouche) em nome da sustentabilidade no mundo.

FONTE:http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/070/conversa/conteudo_294277.shtml

As idéias do economista e filósofo francês Serge Latouche se chocam com o estilo de vida dos habitantes das grandes cidades do mundo. Professor emérito da Faculdade de Economia da Universidade Paris XI e do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Econômico e Social (Iedes), Latouche ¿ nascido em Vannes, em 1940 ¿ critica vorazmente o crescimento econômico promovido pelos estados. Defende com ardor uma suposta ¿descolonização¿ do nosso imaginário e uma mudança de comportamento mais ativa para salvar o planeta do esgotamento de recursos naturais. O ritmo anda acelerado e estamos consumindo demais, acredita o pensador, que construiu nas últimas décadas toda uma crítica contra a ocidentalização do mundo. Latouche é um dos principais portavozes do movimento pelo decrescimento. Tem vários livros e artigos publicados sobre o tema, inclusive no Brasil. Mas, apesar da visão aparentemente trágica, assume-se como um otimista e acredita na vontade da juventude de viver num mundo melhor.

Como o senhor define o decrescimento sustentável?

Criamos esse slogan em 2002 para ir de encontro ao que todos falavam na época sobre o crescimento sustentável. Era preciso marcar uma ruptura radical, porque o crescimento não é durável. Por isso, nós buscamos esta palavra provocadora: decrescimento. O crescimento pelo crescimento ninguém acha absurdo. Então o decrescimento força as pessoas a pensar: ¿O que isso quer dizer?¿ Quando falamos em decrescimento, falamos em sair de uma religião do crescimento ligada à economia e ao progresso.

É possível alterar essa lógica?

O relatório do Clube de Roma de 1972 já dizia que uma sociedade de crescimento não era sustentável. Muitos sociólogos e filósofos mostraram que ela não era nem mesmo desejada. Como as ameaças se aproximam, torna-se mais visível. O projeto de uma sociedade de decrescimento não é uma alternativa, e sim a libertação de uma ditadura econômica para reinventar um futuro sustentável. Uma sociedade não pode sobreviver se não respeitar os limites dos recursos naturais. Eu proponho um ciclo virtuoso do decrescimento: reavaliar, reconceitualizar, reestruturar, redistribuir, relocalizar, reutilizar e reciclar. Os dois primeiros termos são importantes para colocar em questão os valores comuns em nosso imaginário. Reconceitualizar é mudar nossa maneira de pensar. É uma verdadeira revolução cultural.

Mas como iniciar a mudança?

Precisamos renunciar a essa atitude predadora, ter uma mudança de atitude mental. Não somente um com portamento individual e sim o produto de um sistema. Muita gente já está convencida de que não é preciso destruir todas as espécies para ganhar mais. Entretanto, são forçados pela lógica do mercado, pela concorrência e pelo marketing. Vamos então mudar de programa para depois trocar de computador. Alterar a base de produção e torná-la mais adequada às necessidades do meio ambiente. Buscar a reutilização, a reciclagem.

Nosso ritmo está muito acelerado?

Absolutamente. É necessário dar um basta ao consumo excessivo. Não é somente uma ação individual ¿ porque, se apenas reduzo meu consumo, isso não mudará muito. Temos que mudar o modo de produzir as coisas. Você pode comer um bife em que o gado é criado em pastos naturais ou um bife de uma fazenda que obedece à lógica de mercado. No último caso, você come petróleo. Ele incorpora 6 litros de petróleo. Como isso é possível? O gado é alimentado com a soja que é plantada na Amazônia. Os tratores destroem as florestas, fazem a plantação e despejam os pesticidas. Tudo isso é petróleo. Devemos colocar esse sistema em causa, e não o fato de comermos um bife.

Seremos realmente mais felizes se consumirmos menos?

O consumo traz cada vez menos a felicidade. Vários indícios provam isso. Muitos estudos apontam para o aumento de suicídios e a utilização de antidepressivos. O estresse tornou-se um problema grave em nossa sociedade. Mas ao mesmo tempo somos viciados nesse estilo de vida. Necessitamos de uma terapia.

O mercado de produtos orgânicos indica uma mudança de comportamento?

Aqui na França, as grandes cadeias de supermercados já têm uma linha própria de produtos orgânicos e provenientes do comércio responsável. Essa tomada de consciência é importante porque um dos aspectos destrutivos do meio ambiente é a agricultura produtivista. Tudo o que seja uma alternativa a isso é benéfico. A produção familiar e sem pesticidas é uma das condições para um futuro sustentável.

Mudar a matriz energética pode ser uma das vias de solução?

Como dizia a ministra do Meio Am biente da República Checa: ¿Quando há uma inundação no banheiro, você pode secar com um pano de chão¿. O que eu faço de imediato é fechar a torneira. Enquanto não decidirmos limitar o consumo de energia, todas as soluções de energia renovável não servirão para muita coisa. A primeira coisa a fazer é fechar a torneira.

A geração de agora é capaz de fazer essa transformação?

Em teoria, ela deveria ser menos capaz. Ela já está mais pervertida. O grande problema está na educação. Quais crianças deixaremos no mundo? Como nós deixamos às nossas crianças um mundo estragado, nós deixamos também para o mundo uma geração pervertida. Apesar de tudo, ainda há uma luz de esperança. Vejo uma participação crescente de jovens no movimento pelo decrescimento sustentável em vários países da Europa. Eles se organizam, tomam iniciativas. Eles querem viver num mundo melhor, salvar a humanidade e o planeta.

E qual seria então a mensagem do decrescimento?

A mensagem não é somente reduzir o excesso de consumo e os danos ecológicos, mas também reduzir a quantidade de trabalho. Não é trabalhar menos para ganhar mais. É trabalhar menos para que todos possam trabalhar e viver melhor. Assim, teremos mais tempo livre para gastar com coisas que realmente valem a pena. Escutar música, dançar, jogar, pensar ou mesmo não fazer nada. Mas, ao contrário, nós nos tornamos viciados no trabalho. Os americanos inventaram a palavra workaholic. Nós quase precisamos de um curso de desintoxicação para reaprender a viver. E, nesse ponto de vista, o decrescimento é uma arte de viver.

LIVRO A Ocidentalização do Mundo, Serge Latouche, Vozes

Do Chanel ao Colorama

Esmalte toda mulher aprecia, isso não é nenhuma novidade, existem algumas inclusive que são colecionadoras e disputam com as amigas pra ver quem tem mais. Eu já sou daquelas que com três esmaltes curingas, power, na minha caixinha de manicure, consigo me virar bem. Se você acha legal ter vários tons, também não deixa de ser divertido. Unhas bem cuidadas, com esmaltes ultra coloridos, provocantes ou discretinhos nos deixam mais confiantes.

Esmalte no mundo da moda também é coisa séria, na semana de moda da europa, tudo que é lançado lá, inevitavelmente é compartilhado nos demais continentes, a Chanel e Dior “ditam” moda também nesse quesito, o que eles inventam se torna fashion no mundo inteiro. Concordando ou não, é o que tem pra hoje! Esses são os esmaltes tendência para 2012, se você tá podendo no Chanel! Vai fundo.

As marcas que conhecemos bem nas redes de fármacias, também produzem esmaltes interessantes e baratos, esses da foto abaixo por 2.45. Ainda que esses tons estejam em alta no próximo ano, não significa que tenha que abrir mão de outras cores bacanas que estão por ai, também conta muito nosso gosto pessoal e criatividade.

Vamos mandar esse cara a P…

Questão de utilidade pública!

Gente! O fotógrafo Ivan Shulze, Blumenauense, foi selecionado para um concurso de fotografia, o projeto dele se chama: passageiro e motorista, visa questionar o trânsito, através de retratos de pessoas comuns, cuja expressão facial reflete o cotidiano.
Fotógrafos ralam muito, até consolidar a carreira demora, não é fácil se jogar pelo mundo. Se ele ganhar esse concurso vai fazer fotos em Paris, isso mesmo, Parriiiii! Se coloquem no lugar dele, todos nós temos sonhos, quando recebemos uma força para realizá-los melhor ainda! Então galera vamos votar e mandá-lo pra europa!

Nome do projeto: PASSAGEIRO E MOTORISTA

Entra no site: http://www.prixphotoaliancafrancesa.com/2011/index.php

“AJUDEM VOTANDO!!! 🙂 É só clicar na estrelinha e confirmar o voto pelo e-mail”. Falou Ivan Shulze.

Obs: após clicar na estrelinha, embaixo vai pedir seu nome e email, receberá um email do http://www.prixphotoaliancafrancesa.com, aí só confirmar o voto.

É nessas horas…

Tem acontecido muitas mudanças e transformações com todo o mundo nesse final de 2011, tenho percebido isso não apenas na minha vida, mas também na vida de amigos, na sociedade, no planeta, muitas notícias… Nem vou me aprofundar. Concordo com Foo Fighters nessa música, nos momentos cruciais de fortes mudanças: “É (são) nessas horas que você reaprende a viver, é nessas horas que você se entrega e reentrega.”

Times Like These

É rock bebê!

Esse vídeo dispensa classificações, só vendo e ouvindo…

Fonte de descoberta: Campary Joy.

Engraçadinha

Natural de São Paulo, nasceu dia 20 de Agosto de 1970. Conhecida nos bastidores da Rede Globo pelo seu temperamento difícil, Alessandra Negrini é uma mulher e atriz, que o tempo não destrói, impressiona por ser profunda, sem cair na chatice, versátil e ainda por cima com o dom de não embarangar com facilidade. Dizem que somos invejosas por isso criticamos, somos! Mas vamos admitir que existem mulheres na mídia (valha-me Deus) que não dá pra elogiar, até porque o prazo de validade é tão curto, que não dá tempo de gostar de verdade, um verão são icones de formosura, fama, no seguinte já estão na categoria: “panicats” ou “Joana´s machado”. Não estou dizendo que são vulgares simplesmente, as vezes o “vulgar” é interessante, estou me referindo a carreira meteórica que geralmente acomete esse nicho feminino no mercado livre das carnes. Parafraseando um debochado conhecido: carne de mulher é altamente perecível.

Existem outras que convenhamos, são admiráveis, inesquecíveis. Alessandra Negrini é um tipo de mulher atemporal, pode sumir por um bom tempo e em qualquer época quando volta, prende atenção e surpreende, não é viciada em mídia, holofotes (ponto pra ela) quando tira roupa arrasa quarteirão sem ter se submetido as plásticas. Na mini série: “engraçadinha” foi campeã de audiência e até hoje os homens suspiram, lembrando sua atuação, a playboy que exibiu Alessandra Negrini também foi um sucesso. Eis a prova de que ser sedutora é algo mais subjetivo do que a gente imagina.

Utilidade pública

Ótimo tema! Parabéns Luiz

querem saber mais sobre esse artista do Vale do Itajaí (SC)?? Esse é o site oficial:

http://www.luizvicentini.com.br/home/index.php

Dureza!

“Cheguei a um ponto em que conquistei todos os sonhos da minha família e acabei vazia”, afirmou em entrevista à “GQ Brasil”. “Daí tive de fazer terapia.” Grávida do primeiro filho com Cauã Reymond. (Grazi Massafera)

Oi?